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LABORATÓRIO DE PÓS-DOUTORADO E ESTUDOS AVANÇADOS EM ANTROPOLOGIA:
Destinado a profissionais de outras instituições que, no contexto do Programa, desejam exercer temporariamente e aperfeiçoar suas atividades de ensino e pesquisa. Visa, assim, partilhar experiências com professores e estudantes de Pós-Graduação do DAN. O Laboratório está aberto a antropólogos doutores que, sem obrigações docentes, dediquem-se inteiramente às suas pesquisas, participando também dos seminários do DAN.

LABORATÓRIO DE ANTROPOLOGIA, SAÚDE E SANEAMENTO (LAAS/DAN):

Criado em 2003, sob a liderança da Profa. Carla Costa Teixeira, tem como objetivo congregar e incentivar o desenvolvimento de pesquisas nessa área de conhecimento, envolvendo professores e alunos (graduação e pós-graduação) do Departamento de Antropologia, de Engenharia Civil e Ambiental, de Psicologia e os Departamentos da Faculdade de Medicina e de Saúde.
LABORATÓRIO DE ESTUDOS DA GLOBALIZAÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO - LEG:

O Laboratório representa uma instância organizadora das pesquisas acadêmicas sobre globalização e desenvolvimento. Permite a articulação consistente dos interesses de pesquisa antropológica com outros departamentos e unidades da Universidade de Brasília, além de outros centros de pesquisas nacionais e internacionais, assim como organizações da sociedade civil e fundações privadas e com órgãos do Estado, sendo seu atual coordenador o Prof. Gustavo Lins Ribeiro
LABORATÓRIO DE INDIGENISMO E ETNOLOGIA - LINDE

Objetivos:

1. Proporcionar aos professores e alunos do Departamento de Antropologia um espaço formal para a discussão e desenvolvimento de projetos de pesquisa relativos à Etnologia Indígena, Indigenismo e Relações Interétnicas (aqui entendidas como relações entre povos indígenas e população não indígena);
2. Incentivar o diálogo e o intercâmbio, em torno desses temas de pesquisa, com professores e estudantes de outros departamentos e universidades e, de modo mais geral, com colaboradores externos;
3. Promover uma melhor integração entre os diferentes projetos desenvolvidos nessas linhas de pesquisa;
4. Incentivar a realização de atividades de pesquisa e de ensino nessas linhas de pesquisa através de grupos de leitura, oficinas e seminários;
5. Promover eventos nacionais e internacionais que congreguem pesquisdores experientes e estudantes da área;
6. Obter recursos para a publicação de resultados de pesquisa e de coletâneas abrigando trabalhos apresentados em eventos específicos;
7. Promover cursos de extensão (atualização e especialização) voltados para os profissionais que atuam nessas áreas.
Quanto à sua estrutura, o Laboratório de Indigenismo e Etnologia - LINDE é composto pelos profs. Roque de Barros Laraia, Julio Cezar Melatti, Alcida Rita Ramos, Stephen Grant Baines, Marcela Stockler Coelho de Souza, José Antonio Vieira Pimenta e Luis Abraham Cayón Duran. O Laboratório conta com uma coordenação rotativa. Em 2011 foi coordenado pelo Prof. Luis Abraham Cayón Duran..
LABORATÓRIO DE VIVÊNCIAS E REFLEXÕS ANTROPOLÓGICAS: DIREITOS, POLÍTICAS E ESTILOS DE VIDA - LAVIVER

O Laboratório de vivências e reflexões antropológicas: direitos, políticas e estilos de vida (LAVIVER) objetiva promover estudos, eventos, pesquisas e publicações que proporcionem reflexões acerca de dinâmicas contemporâneas de constituição de composições e processos sociais a partir de pesquisas de campo antropológicas.
O foco principal do laboratório está nas formas de viver e agir relacionadas a práticas de justiça e cidadania, movimentos políticos e dinâmicas urbanas, em perspectiva comparada.
O laboratório articula atividades individuais, bem como aquelas de grupos de pesquisa coordenados por professoras do Departamento de Antropologia da UnB, promovendo diálogo entre diferentes linhas de pesquisa e equipes de trabalho.
Justificativa
A proposta de criação de um laboratório que sirva como espaço de diálogo e troca entre diferentes práticas antropológicas surge a partir da necessidade de um espaço de discussão que transcenda os interesses específicos de linhas de pesquisa já estabelecidas. Surge também do desejo de proporcionar à próprias pesquisadoras, bem como a alun@s envolvid@s em diferentes grupos de estudos e pesquisas, oportunidades de compartilhar suas reflexões e vivências etnográficas em um âmbito mais amplo, que favoreça debates, discussões e/ou colaborações inovadoras.
Coordenadoras/Pesquisadoras do LAVIVER:
Antonádia Monteiro Borges
Cristina Patriota de Moura
Christine de Alencar Chaves
Lia Zanotta Machado
Soraya Resende Fleischer

LABORATÓRIO DE ANTROPOLOGIA DA CIÊNCIA E DA TÉCNICA - LACT
Coordenador: Prof. Guilherme José da Silva e Sá
O LACT tem como objetivos congregar pesquisadores e estudantes no debate e na reflexão a respeito de situações empíricas, idéias e autores, constituindo assim um ambiente de fomento e de exposição de pesquisas. Nesse sentido, dois pontos são fundamentais. O primeiro deles é considerar de forma mais detida a articulação dos estudos sobre a ciência e a técnica de modo geral com os aspectos próprios à teoria antropológica. Além disso, na proposta do laboratório tem grande relevância a abordagem etnográfica da ciência e da técnica, o que se desdobra numa discussão a respeito do estatuto e das particularidades da etnografia frente a tais temas.
Do ponto de vista temático, o enfoque está na relação entre humanos e não humanos. Nesse marco, destacam-se os seguintes tópicos: práticas científicas; processos técnicos; relações entre humanos e animais; análise de controvérsias; construção de corpos e intersubjetividade; relações entre naturezas e culturas.

Objetivos e estrutura:

O Laboratório de Antropologia da Ciência e da Técnica (LACT) tem por objetivo:
1. Propiciar aos professores e alunos do Departamento de Antropologia um espaço para discussão e desenvolvimento de projetos de pesquisa relativos à ciência e a técnica.
2. Promover cursos de extensão, eventos e ciclos voltados para um público mais amplo interessado nas abordagens antropológicas e etnográficas das ciências e das técnicas.
3. Favorecer o intercâmbio de idéias e experiências com pesquisadores de temáticas afins em âmbito nacional e internacional.
4. Tornar-se ponto de referência e ao mesmo tempo incentivar a constituição de uma ampla rede (nacional e internacional) de pesquisadores da área. Sendo, para isto, fundamental a sua consolidação como grupo de pesquisa reconhecido e cadastrado nas plataformas do CNPq:
(http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=02407035EMV7HO )
LABORATÓRIO DE IMAGEM E REGISTRO DE INTERAÇÕES SOCIAIS (IRIS).

O Laboratório foi criado com o objetivo de subsidiar, apoiar e promover o uso de recursos audiovisuais em atividades de pesquisa, ensino e extensão dos corpos docente e discente do Departamento de Antropologia. Compreende ainda finalidade do laboratório o estímulo a produção de conhecimento prático e teórico acerca da relação entre a prática antropológica e os recursos audiovisuais em todas as suas dimensões. Integram o laboratório todos os docentes do Departamento de Antropologia da UnB, bem como os dicentes dos cursos de pós-graduação e de gradudação. Seus coordenadores são os professores Daniel Schroeter Simião e Carlos Emanuel Sautchuk. Compete ao laboratório:

1. Manter constante atualização e ampliação de acervo, bem como dos equipamentos e material de suporte para produção audiovisual.
2. Gerenciar o empréstimo de equipamentos a docentes e discentes, mediante condições estipuladas em regulamento específico.
3. Gerenciar o empréstico de obras de acervo a docentes, discentes e terceiros, mediante condições estipuladas em regulamento específico.
4. Disponibilizar meios para produção, edição e finalização de obras audiovisuais de professores e alunos, na medida de suas possibilidades e nos ermos e condições estipuladas em regulamento específico.
5. Promover e apoiar a divulgação por diversos meios das obras acima referidas.
6. Disponibilizar, por diversos meios, oportunidades de capaticação de docentes e discentes no uso e incorporação de tecnologias audiovisuiais na pesquisa antropológica.
O laboratório visa também estimular à geração de conhecimento prático e teórico acerca da relação entre antropologia e o campo audiovisual, com a oferta regular de disciplinas da graduação e pós-graduação acerca do tema e fomentar a realização de eventos regulares de exibição e debate de material audiovisual, bem como de reflexões sobre o tema da relação entre pesquisa antropológica e o campo audiovisual.
LABORATÓRIO E GRUPO DE ESTUDOS EM RELAÇÕES INTERÉTNICAS (LAGERI)
Acesse o site: www.dan.unb.br/lageri
Coordenador: Prof. Stephen Grant Baines
O Laboratório e Grupo de Estudos em Relações Interétnicas (LAGERI), É um laboratório e grupo de estudos em relações interétnicas, e atividade de extensão do DAN/UnB. Em março de 2012, foi formalizada em reunião do Colegiado do DAN/UnB, a transformação do antigo Grupo de Estudos em Relações Interétnicas (GERI), criado em 1997 no DAN e ativo desde então, em Laboratório e Grupo de Estudos em Relações Interétnicas (LaGERI) . O LaGERI continua com os mesmos objetivos:
1. Propiciar aos professores e alunos do Programa de Pós-Graduação e da Graduação do Departamento de Antropologia um espaço para a discussão e desenvolvimento de projetos relativos ao estudo de relações interétnicas e etnicidade, com ênfase em etnologia indígena.
2. Incentivar a realização de atividades de pesquisa e ensino no Departamento de Antropologia (DAN/UnB) em conjunto com o Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas (CEPPAC/ UnB) com foco em relações interétnicas, etnologia indígena e identidade étnica.
3. Promover seminários e grupos de trabalho em eventos nacionais e internacionais, relacionados à temática de relações interétnicas e etnologia indígena.
4. Incentivar o intercâmbio de ideias e experiências com professores e pesquisadores de outros departamentos da UnB, e de outras Universidades nacionais e internacionais, como já vem acontecendo.
5. Promover a publicação de artigos e livros sobre relações interétnicas, identidade étnica e etnicidade, sobretudo artigos resultantes de apresentações realizadas em reuniões do LaGERI.
Conta com a participação de professores/pesquisadores do DAN/UnB e CEPPAC/UnB e de outras Universidades, e alunos da Pós-Graduação e da Graduação em Antropologia da UnB. Seu coordenador atual é o professor Stephen G. Baines.
LABORATÓRIO DE ETNOLOGIA EM CONTEXTOS AFRICANOS - (ECOA) 
O Laboratório, coordenado pelas professoras Andréa de Souza Lobo e Juliana Braz Dias, desenvolve atividades de estudo, investigação, eventos e publicações que proporcionam reflexões sobre contextos africanos, nomeadamente em duas linhas de pesquisa principais: Etnologia da África Ocidental e Etnologia da África Austral. Tem como objetivos:

1) Promover e incentivar o diálogo e o intercâmbio com pesquisadores no âmbito local, nacional e internacional;
2) Produzir espaços de debate e reflexão crítica sobre a vida social em contextos africanos;
3) Fomentar a investigação e incentivar o ensino nas linhas de pesquisa contempladas pelo Laboratório;
4) Difundir, de maneira acessível e atraente, a produção antropológica contemporânea de Brasília e de outros centros no Brasil e no Exterior;
5) Organizar eventos nacionais e internacionais que congreguem pesquisadores experientes e estudantes da área;
6) Promover ações que proporcionem a interação da academia com a comunidade mais ampla;
7) Colaborar com o exercício da autonomia, da cidadania, da identidade e da diversidade cultural dos grupos abordados por ações do Laboratório, por meio de práticas artísticas e culturais em diálogo com suas experiências socioculturais.

LABORATÓRIO DE ESTUDOS DA CIDADANIA, ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS E JUSTIÇA - (CAJU)
Coordenador: Prof. Luís R. Cardoso de Oliveira

O laboratório de pesquisa sobre “Cidadania, Administração de Conflitos e Justiça” – CAJU tem realizado seminários regulares desde de 2011. O processo que levou à sua formação, contudo, data do início dos anos 1990, com a criação da disciplina Antropologia Jurídica no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UnB, que a partir de 2005 também passou a ser oferecida para a Pós-Graduação em Direito. A criação da disciplina atraiu muitos alunos da antropologia e do direito para este campo de estudos, alguns dos quais fizeram teses e dissertações sobre o tema.
Neste quadro, a partir de 2005 este grupo de pesquisadores passou a reunir-se periodicamente em “Seminários de Pesquisa” centrados no desenvolvimento do trabalho de cada um e na troca de experiências. Estes seminários constituíram de fato o embrião das atividades do CAJU, incluindo agora também pesquisadores de outras instituições. Os Seminários CAJU ganharam maior visibilidade como espaço para apresentação de resultados de pesquisa em diferentes níveis de desenvolvimento, e têm sido bastante importantes para dinamizar o diálogo em nossa rede de pesquisadores.
Entre 2006 e 2009, professores e estudantes do DAN integraram um PRONEX/CNPq intitulado “Sistemas de Justiça Criminal e Segurança Pública, em uma perspectiva comparada: administração de conflitos e construção de verdades”, que articulava núcleos de várias Universidades brasileiras em torno do tema. A partir desta experiência de nucleação, em 2009 surgiu o INCT/InEAC (Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos), sob a subcoordenação de professor do DAN (prof. Luís R. Cardoso de Oliveira) e que conta atualmente com a participação de outros docentes e discentes do DAN.

Dinâmica de funcionamento
Integram o Laboratório CAJU, na qualidade de pesquisadores, os docentes do DAN (professores permanentes, substitutos, visitantes e bolsistas em programas de pós-doutorado) e de outras unidades da UnB e de instituições congêneres que desenvolvem atividades de pesquisa na área, bem como discentes de pós-graduação e graduação sob orientação dos docentes acima referidos.
As pesquisas realizadas no âmbito do laboratório têm carácter essencialmente etnográfico e comparativo, fazendo com que os resultados apresentados sejam articulados de forma contrastiva, sempre com o objetivo de elucidação recíproca. O laboratório também cultiva a diversidade de perspectivas e a interdisciplinaridade para além do diálogo entre Antropologia e Direito.
A coordenação do CAJU é exercida por ao menos um docente do DAN, responsável pela organização de seminários de pesquisa periódicos, com frequência preferencialmente quinzenal, para apresentação e discussão de resultados de pesquisa em curso.

 

 

LABORATÓRIO DE ANTROPOLOGIAS DA T/TERRA — T/TERRA

 
Coordenação: Prof.ª Drª. Marcela Stockler Coelho de Souza

O objetivo primeiro do T/terra é ser um espaço para a fertilização mútua entre pesquisas que descrevem como diferentes pessoas e coletivos constituem as terras em que vivem, a partir das suas próprias práticas de conhecimento e ao longo de suas histórias específicas, bem como os processos de tradução dessas práticas na interação com outras agências, no contexto da presente (e persistente) ofensiva sobre as terras e vidas que não se deixam definir pela lógica colonial do Estado ou do capital. No horizonte dessa proposta está também o aprofundamento de um diálogo entre antropologia e direito, especialmente no que tange aos debates sobre direito territorial diferenciado que escapam às ideias comuns de posse e propriedade. Mas há outras conexões.

A criação do T/terra visa fortalecer convergências de diferentes interesses e práticas de pesquisa — mas também de ensino e extensão — que vêm emergindo recentemente e que — operando em um campo multidisciplinar e transdisciplinar — incidem ao mesmo tempo sobre dimensões epistemológicas, políticas, metodológicas e pedagógicas. Queremos estabelecer conexões transversais aos campos convencionalmente constituídos no interior da antropologia enquanto disciplina, das ciências sociais e das humanidades como áreas, assim como da universidade enquanto instituição. Sediado no PPGAS/UnB, o T/terra reúne professores, pesquisadores, estudantes de pós-graduação e graduação do DAN e de outras unidades da UnB, assim como de outras universidades e instituições, associados ao Grupo de Pesquisa Antropologias da T/terra e identificados com seu programa e linhas de pesquisa. Nossa intenção é atravessar ainda certas fronteiras insistentes, questionando as demarcações que dificultam a plena integração do ensino, pesquisa e extensão, da graduação e da pós-graduação, e, sobretudo, a integração da universidade com outros espaços de produção de conhecimento, abrindo-se o laboratório à participação plena de pesquisadores, pensadores, mestres e conhecedores externos à academia. O plural antropologiaS sinaliza assim a expectativa de fazer se cruzarem aqui diferentes “antropologias” (incluindo discursos e práticas que não se reconheceriam sob este rótulo). Queremos criar conexões através das fronteiras, conexões que possam contribuir para a criação de novos territórios — conceituais, políticos, existenciais.

T/terra: nos agarramos ao termo num movimento que se pretende tático (a intenção não é legislar em matéria de vocabulário conceitual). Queremos recuperá-lo por sua capacidade de fazer aparecer diferenças que possam fazer uma diferença nos embates em curso sobre as T/terras — que possam sugerir e facilitar aquelas novas conexões. Quanto à grafia, a dupla inicial não pretende estabilizar uma dualidade específica qualquer — nenhuma oposição. Trata-se de um simples lembrete da ‘polissemia’ do termo, de seu potencial de equivocação, dos espaços ou vãos que pode abrir para encontros — e desencontros — entre diferentes mundos. A alternativa ou alternância T/t quer sinalizar tanto os significados contidos no termo quanto aqueles incontidos, obrigando ao seu transbordamento: planeta/solo, globo/superfície, concebido/vivido, continente/conteúdo, ego/oikos, cosmologia/economia, etc. O que está em jogo nesse artifício não são portanto apenas as potências de uma palavra, mas todas as outras palavras que ela evoca.